Sistema central mal executado não falha no dia da entrega. Falha no segundo verão, com o forro fechado, a marcenaria no lugar e ninguém disposto a abrir nada para descobrir onde está o erro.
VRF e VRV não perdoam improviso: uma condensadora alimentando muitas evaporadoras, com limite de comprimento, de desnível e de carga que precisa fechar como sistema. Ou é calculado antes, ou vira problema depois.
Quem lê a sua obra e responde por ela do primeiro contato à entrega é o Mayk Masferrer Marcondes, técnico de ar condicionado e dono da SeuAr.
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Do levantamento à entrega, quem responde é a mesma pessoa. Não existe repassar para o instalador e sumir.
VRF quer dizer fluxo de refrigerante variável. VRV é o nome que a Daikin dá ao mesmo princípio. Na prática, é uma condensadora modulando a quantidade de gás enviada para cada evaporadora conforme a necessidade de cada ambiente, em vez de ligar e desligar no total.
Multi split ou VRF? Em linha reta: multi split é uma condensadora para poucos ambientes, com controle simples e custo menor. VRF é para muitos ambientes, com modulação, controle individualizado e espaço em forro. O que decide não é o tamanho do imóvel, é a quantidade de ambientes e o perfil de uso.
Se a sua obra é de poucos ambientes, o caminho provavelmente é multi split, e isso é dito antes do orçamento.
Melhor cenário. Dá para prever infraestrutura, prumada e ponto elétrico antes de fechar qualquer coisa.
Aqui o trabalho é compatibilizar: a máquina tem que caber no forro que o arquiteto desenhou, e o caminho da tubulação não pode brigar com a marcenaria. É conversa a três, e a SeuAr está acostumada com ela.
Ocupação que varia ao longo do dia é exatamente onde o controle por ambiente deixa de ser conforto e vira conta de luz.
Ambiente com circulação de gente e exigência de conforto constante, onde parar o sistema não é opção.
Muitos ambientes, exigência de acabamento e restrição de área externa. É onde o VRF costuma ser a única saída que atende tudo sem poluir a fachada.
Se você é arquiteto, engenheiro ou coordena a obra, três coisas provavelmente importam mais:
Projeto que já veio pronto, a SeuAr executa. Se existe um projeto assinado, a conversa começa pela execução, e não por refazer o que já foi decidido.
Compatibilização é parte do serviço, não uma etapa que aparece depois. Altura de forro, caminho de tubulação, ponto de dreno e prumada são fechados junto com quem está tocando a obra.
Você fala com quem executa. Não existe camada entre o que foi combinado na reunião e o que acontece dentro da obra, porque quem fecha o escopo é quem responde depois.
Planta, foto ou só a dúvida. A resposta diz o que a obra precisa.
Mandar a obra no WhatsAppOu ligue: (11) 94313-8055
A máquina fica escondida no forro. O que decide se ela vai funcionar é tudo o que passa por ali antes de o gesso fechar, e isso só dá para resolver na obra.
Obra grande trava por documento, não por técnica. O que a SeuAr tem para colocar na mesa:
SeuAr Climatização LTDA, CNPJ 35.888.446/0001-89, ativo desde 2020, marca registrada no INPI. Dá para conferir na Receita antes de entrar em contato.
Nas obras que exigem responsabilidade técnica registrada, o documento é emitido e assinado por engenheiro parceiro, e isso entra na proposta desde o início.
Emitido, de obra já entregue.
Todas abertas, com nome e data.
Obras de sistema central já entregues: VRV em Alphaville e VRV em apartamento na região da Paulista.
Sistema central não se orça por telefone, e aqui ninguém finge que dá. Na visita a obra é medida, o que ela comporta é verificado, e o escopo sai fechado. A visita custa R$ 150 e só é cobrada se você não fechar com a SeuAr.
Em VRF o prazo depende do local, do número de ambientes e do estágio da obra, e é irresponsável cravar um número antes de ver. O prazo sai da visita e entra por escrito na proposta.
Duas equipes em campo, o que define quantas obras andam em paralelo. Um ano de garantia sobre a instalação, que é o serviço da SeuAr. A garantia da máquina é do fabricante e corre em paralelo. Quem instala com a SeuAr continua atendido.
Ótimo. A conversa começa pela execução: o projeto é lido, o que precisa de ajuste é apontado antes de começar, e o que está desenhado é executado.
CNPJ ativo desde 2020, atestado de capacidade técnica, e ART emitida por engenheiro parceiro nas obras que exigem. Diga o que a sua área de compras pede e a SeuAr responde o que consegue entregar, sem enrolar.
Dá para trabalhar com a operação rodando. Isso muda o planejamento e o prazo, e é uma das coisas que ficam fechadas na visita, não depois.
Você fala com quem executa, do começo ao fim. E a SeuAr prefere recusar obra que não cabe na agenda a aceitar e atrasar a sua.
Melhor dizer antes, para você não perder tempo:
Quando a obra precisa de alguma dessas coisas junto com a climatização, isso é dito na visita e você resolve com quem é da área.
Nenhuma no princípio. VRV é a marca registrada da Daikin para a mesma tecnologia de fluxo de refrigerante variável. Quando alguém diz VRV normalmente está falando de um sistema Daikin.
O dimensionamento e a definição técnica são da SeuAr. Quando a obra exige projeto com ART, quem assina é o engenheiro parceiro, e isso está na proposta desde o início.
Sim, e é melhor que isso aconteça antes de o forro fechar. Altura disponível, caminho de tubulação e ponto de dreno definem onde a máquina cabe.
Dá. Muda o planejamento, o horário e o prazo, e isso é fechado na visita.
Mande a lista de documentos que a sua área de compras exige e a SeuAr responde item a item o que tem hoje.
Sim. A SeuAr executa com máquina que você já comprou, entra em obra que a construtora já equipou, ou fornece o equipamento junto com a instalação. O único pedido é conferir o que foi especificado antes de a obra começar, porque máquina errada no papel vira problema no forro.
Manda o que você tiver em mãos: planta, foto do ambiente, quantidade de cômodos, fase da obra, ou só a dúvida. A resposta diz se o caminho é VRF, se multi split resolve melhor, e o que precisa ser decidido antes.