Sistema central · São Paulo

Ar condicionado VRF e VRV em São Paulo, com projeto e execução

Sistema central mal executado não falha no dia da entrega. Falha no segundo verão, com o forro fechado, a marcenaria no lugar e ninguém disposto a abrir nada para descobrir onde está o erro.

VRF e VRV não perdoam improviso: uma condensadora alimentando muitas evaporadoras, com limite de comprimento, de desnível e de carga que precisa fechar como sistema. Ou é calculado antes, ou vira problema depois.

Quem lê a sua obra e responde por ela do primeiro contato à entrega é o Mayk Masferrer Marcondes, técnico de ar condicionado e dono da SeuAr.

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  • 5,0 no Google, com mais de 30 avaliações
  • CNPJ ativo desde 2020
  • Atendimento em São Paulo
Evaporadora de duto embutida no forro de um apartamento alto, com a cidade ao fundo pela sacada
Evaporadora de duto embutida no forro, em obra entregue.

Uma obra de VRF ou VRV com um interlocutor só

Do levantamento à entrega, quem responde é a mesma pessoa. Não existe repassar para o instalador e sumir.

O que é com a SeuAr

  1. Ir no local, medir e ver o que a obra comporta
  2. Calcular a capacidade necessária de cada ambiente
  3. Definir qual máquina vai em cada ponto
  4. Definir por onde passa a tubulação, o dreno e o ponto elétrico

O que é com as equipes em campo

  1. Executar a tubulação de cobre, o isolamento e o dreno
  2. Vácuo, teste de vazamento e carga de gás
  3. Fixar condensadora e evaporadoras, com o acabamento que fica à vista
  4. Ligar o sistema, medir e entregar funcionando
  5. Continuar atendendo o sistema depois da obra

O que é VRF, o que é VRV, e quando compensa

VRF quer dizer fluxo de refrigerante variável. VRV é o nome que a Daikin dá ao mesmo princípio. Na prática, é uma condensadora modulando a quantidade de gás enviada para cada evaporadora conforme a necessidade de cada ambiente, em vez de ligar e desligar no total.

Quando o VRF compensa

  • Muitos ambientes, com uso diferente entre si ao longo do dia
  • Espaço externo limitado para condensadora
  • Necessidade de controle por ambiente, com medição de consumo separada
  • Obra com forro planejado, em que a máquina fica escondida
  • Operação que roda o dia inteiro, onde a diferença de consumo se paga

Quando o VRF não compensa, e isso é dito na visita

  • Poucos ambientes: multi split entrega o mesmo conforto por uma fração do custo
  • Uso esporádico, com o sistema mais tempo desligado do que ligado
  • Obra sem forro e sem previsão de infraestrutura, onde adaptar sai mais caro que o ganho

Multi split ou VRF? Em linha reta: multi split é uma condensadora para poucos ambientes, com controle simples e custo menor. VRF é para muitos ambientes, com modulação, controle individualizado e espaço em forro. O que decide não é o tamanho do imóvel, é a quantidade de ambientes e o perfil de uso.

Se a sua obra é de poucos ambientes, o caminho provavelmente é multi split, e isso é dito antes do orçamento.

Que tipo de obra a SeuAr pega

Obra nova, ainda na alvenaria

Melhor cenário. Dá para prever infraestrutura, prumada e ponto elétrico antes de fechar qualquer coisa.

Reforma com projeto de arquitetura fechado

Aqui o trabalho é compatibilizar: a máquina tem que caber no forro que o arquiteto desenhou, e o caminho da tubulação não pode brigar com a marcenaria. É conversa a três, e a SeuAr está acostumada com ela.

Sala comercial, escritório, loja e showroom

Ocupação que varia ao longo do dia é exatamente onde o controle por ambiente deixa de ser conforto e vira conta de luz.

Clínica, consultório e escola

Ambiente com circulação de gente e exigência de conforto constante, onde parar o sistema não é opção.

Cobertura e casa de alto padrão

Muitos ambientes, exigência de acabamento e restrição de área externa. É onde o VRF costuma ser a única saída que atende tudo sem poluir a fachada.

Para quem especifica

Se você é arquiteto, engenheiro ou coordena a obra, três coisas provavelmente importam mais:

Projeto que já veio pronto, a SeuAr executa. Se existe um projeto assinado, a conversa começa pela execução, e não por refazer o que já foi decidido.

Compatibilização é parte do serviço, não uma etapa que aparece depois. Altura de forro, caminho de tubulação, ponto de dreno e prumada são fechados junto com quem está tocando a obra.

Você fala com quem executa. Não existe camada entre o que foi combinado na reunião e o que acontece dentro da obra, porque quem fecha o escopo é quem responde depois.

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Planta, foto ou só a dúvida. A resposta diz o que a obra precisa.

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Ou ligue: (11) 94313-8055

  • Resposta com o próximo passo, não com "vamos verificar"
  • Sem cadastro e sem formulário para preencher
  • Atendimento em São Paulo

Obra nossa, foto nossa

A máquina fica escondida no forro. O que decide se ela vai funcionar é tudo o que passa por ali antes de o gesso fechar, e isso só dá para resolver na obra.

Cozinha de apartamento com evaporadora de duto embutida no forro
Na cozinha, aparece a saída de ar e mais nada. A evaporadora, a tubulação e o dreno ficam acima do gesso. É por isso que a altura livre do forro precisa ser fechada antes, e não descoberta depois.
Equipe da SeuAr Climatização com EPI em uma obra de laje aparente, ainda sem forro
Obra com a laje ainda aberta. É a fase em que a climatização precisa entrar. Caminho da tubulação, ponto de dreno e prumada se resolvem junto com quem está tocando a obra, não depois dela.
Linha de cobre de ar condicionado correndo pelo forro de uma obra, com a laje ainda aparente
A linha de cobre antes de o forro fechar. Depois que o gesso sobe, qualquer correção de traçado deixa de ser climatização e vira obra civil, com custo e prazo de obra civil.

Documentação e o que a SeuAr entrega

Obra grande trava por documento, não por técnica. O que a SeuAr tem para colocar na mesa:

Empresa conferível

SeuAr Climatização LTDA, CNPJ 35.888.446/0001-89, ativo desde 2020, marca registrada no INPI. Dá para conferir na Receita antes de entrar em contato.

ART quando a obra pede

Nas obras que exigem responsabilidade técnica registrada, o documento é emitido e assinado por engenheiro parceiro, e isso entra na proposta desde o início.

Atestado de capacidade técnica

Emitido, de obra já entregue.

5,0 no Google, com mais de 30 avaliações

Todas abertas, com nome e data.

Obras de sistema central já entregues: VRV em Alphaville e VRV em apartamento na região da Paulista.

Como a obra anda

Começa pela visita

Sistema central não se orça por telefone, e aqui ninguém finge que dá. Na visita a obra é medida, o que ela comporta é verificado, e o escopo sai fechado. A visita custa R$ 150 e só é cobrada se você não fechar com a SeuAr.

Prazo

Em VRF o prazo depende do local, do número de ambientes e do estágio da obra, e é irresponsável cravar um número antes de ver. O prazo sai da visita e entra por escrito na proposta.

Capacidade e garantia

Duas equipes em campo, o que define quantas obras andam em paralelo. Um ano de garantia sobre a instalação, que é o serviço da SeuAr. A garantia da máquina é do fabricante e corre em paralelo. Quem instala com a SeuAr continua atendido.

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O que costumam perguntar

"Já tenho projeto feito por um engenheiro."

Ótimo. A conversa começa pela execução: o projeto é lido, o que precisa de ajuste é apontado antes de começar, e o que está desenhado é executado.

"Preciso de documentação para o cadastro de fornecedor."

CNPJ ativo desde 2020, atestado de capacidade técnica, e ART emitida por engenheiro parceiro nas obras que exigem. Diga o que a sua área de compras pede e a SeuAr responde o que consegue entregar, sem enrolar.

"A obra está ocupada, não posso parar."

Dá para trabalhar com a operação rodando. Isso muda o planejamento e o prazo, e é uma das coisas que ficam fechadas na visita, não depois.

"Como eu sei que não vou ficar na mão no meio da obra?"

Você fala com quem executa, do começo ao fim. E a SeuAr prefere recusar obra que não cabe na agenda a aceitar e atrasar a sua.

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O que a SeuAr não faz

Melhor dizer antes, para você não perder tempo:

Quando a obra precisa de alguma dessas coisas junto com a climatização, isso é dito na visita e você resolve com quem é da área.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre VRF e VRV?

Nenhuma no princípio. VRV é a marca registrada da Daikin para a mesma tecnologia de fluxo de refrigerante variável. Quando alguém diz VRV normalmente está falando de um sistema Daikin.

Quem assina o projeto?

O dimensionamento e a definição técnica são da SeuAr. Quando a obra exige projeto com ART, quem assina é o engenheiro parceiro, e isso está na proposta desde o início.

Vocês compatibilizam com marcenaria e forro?

Sim, e é melhor que isso aconteça antes de o forro fechar. Altura disponível, caminho de tubulação e ponto de dreno definem onde a máquina cabe.

Dá para fazer com a empresa funcionando?

Dá. Muda o planejamento, o horário e o prazo, e isso é fechado na visita.

Vocês entram como fornecedor cadastrado de construtora?

Mande a lista de documentos que a sua área de compras exige e a SeuAr responde item a item o que tem hoje.

Vocês executam com equipamento comprado pela construtora?

Sim. A SeuAr executa com máquina que você já comprou, entra em obra que a construtora já equipou, ou fornece o equipamento junto com a instalação. O único pedido é conferir o que foi especificado antes de a obra começar, porque máquina errada no papel vira problema no forro.

Manda a sua obra e a SeuAr diz o que ela precisa

Manda o que você tiver em mãos: planta, foto do ambiente, quantidade de cômodos, fase da obra, ou só a dúvida. A resposta diz se o caminho é VRF, se multi split resolve melhor, e o que precisa ser decidido antes.

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